segunda-feira, fevereiro 27

Hemp Tycoon - Série Flash

0/ Aplausos

Ola visitantes da taverna em geral, aqui quem fala é Yamato com mais um jogo da série ..................flash.

Hoje falarei de um jogo que pode ser um tanto polêmico, que seus pais não aprovem, mas enfim, como diria Away, que-se-foda, vou postar assim mesmo e quem não gosto, fica de olho no relógio, porque às 0 horas vou te passar a lambida (of course not).

Quem jogou o clássico The Sims para PC criado pela Maxis em 1998 se não me engano, vai adorar esse jogo. Imagine um jogo estilo The sims, na verdade é Tycoon, mas não difere muito disso. Agora coloque um elemento extra na mistura, o elemento ................. maconha ...................., então, temos o nascimento do jogo Hemp Tycoon.


Hemp Tycoon é um jogo no qual você é uma folhinha de maconha viciada em dorgas que, planta dorgas, vende, e planta mais dorgas e assim por diante. A tela de abertura do jogo não mostra que ele tenha um bom gráfico, mas, ele tem sim. O jogo está disponível para Facebook, jogar no seu navegador mesmo ou no seu Nintendo DS.

Então, preparem seu narguilé, preparem a seda e mãos a plantação XD. Até ... a ... próôooooooooxima pessoal \o.

p.s.: os erros de ortografia são de propósito.

Link do jogo: Aqui

domingo, fevereiro 26

Cover Do Mês : Chuck Berry e Judas Priest !!

1 Aplausos

Bem-vindos de volta irmãos METAL \,,/

Aqui quem vós fala é O Bardo. E por pouco não esse mês de fevereiro sem o Cover do Mês. Eu sei, falha minha, realmente ando muito esquecido mas eu sei que vocês sempre me perdoam. Não é mesmo ?

Não é ? Hey... to falando com vocês... não deem as costas pra mim...

Hoje temos...

Chuck Berry !!

E...

Judas Priest !!

Chuck Berry é... espera, você não sabe quem é Chuck Berry ? Faça um favor e saia da minha Taverna, mas antes eu digo assim mesmo. Chuck Berry foi um dos criadores do Rock 'n' Roll. Não foi o único, mas foi um dos primeiro a fazer dar certo.

Já o Judas Priest... também não conhece Judas Priest ? Sério... pode sair.

Agora vamos as músicas. Primeiro a Original.

Chuck Berry - Johnny B. Goode !!



Um dos maiores clássicos do Rock. Não conheço ninguém que não goste de Chuck Berry ou pelo menos dessa música.

Agora a versão do Judas Priest.

Judas Priest - Johnny B. Goode !!



A diferença é brutal. Mas apesar de tudo gosto das duas versões igualmente.


E aqui termino mais um Cover do Mês. Espero que tenham gostado e que COMENTEM. Não não deixem de SEGUIR nossa Taverna e mostrar para seus amiguinhos.

Até mês que vem.


Carry On.

quarta-feira, fevereiro 22

Rock De Quarta : Unexpect !!

2/ Aplausos

Bem-vindos de volta irmãos METAL \,,/

Aqui quem vos fala é O Bardo. E finalmente chegamos ao fim do carnaHELL. Hora de ver o saldo de mortos e descobrir quantos inúteis alcoólatras foram abraçar o capeta nesse ano. Pois é... e foda-se se você se sentiu ofendido.

Bom... meu humor não está os melhores hoje, então vamos ao que importa.

Hoje temos...

Unexpect !!

"Que porra é essa Bardo ? Um bando de malucos fugidos de um hospício ?"

Basicamente...

Unexpect é uma banda do chamado Avant-Garde Metal formada em 1996 no Canadá pelos músicos Syriak (Vocais e Guitarra), Artagoth (Vocais e Guitarra), Exod (Teclado e Bateria), Le Bateleur (Violino), Elda (Vocal), Zircon (Baixo) e Merzenya (Teclados).

Apesar do grande número de integrantes apenas dois permaneceram na banda até o lançamento do primeiro álbum,  Utopia em 1998. Sendo esse aclamado em todo mundo mesmo tendo sua distribuição feita apenas pela internet. Apesar da boa aceitação a banda só lançou material novo apenas em 2003, com o EP We, Invaders. E com isso a banda assinou seu primeiro contrato com a gravadora The End Records e finalmente lançar o segundo álbum da carreira, In a Flesh Aquarium em 2006.

 Nessa mesma época a banda finalmente começou a sair em turnê com bandas como Sonata Arctica, Dream Theater e Opeth. Antes do lançamento do mais recente álbum da banda, Fables of The Sleepless Empire de 2011, a banda passo por ótimo momentos. Como a banda vencedora do premio de música independente e o lançamento de uma linha de baixos de NOVE CORDAS pelo baixista ChaotH.

Bom... o lado bom é que a banda ainda não acabou como boa parte das que já coloquei por aqui e o ruim é que a música deles não facilmente "digerida" por qualquer um. Mas chega de papo, vamos ao que importa.

Com vocês...

Unexpect - Desert Urbania !!

Como já disse antes o som do grupo pode ser difícil de se apreciar. Os elementos de música Circense e até mesmo Dark Wave dão um toque exótico a tudo.

Unexpect - Chromatic Chimera !!

Mais uma música cheia de tempos quebrados e "coisas caóticas" na mesma linha do Diablo Swing Orchestra.

Unexpect - The Quantum Symphony !!

Bom... não vou repetir meus comentários. Agora fica a cargo de vocês.


E aqui termino mais um Rock de Quarta. Espero que tenham gostado e que COMENTEM e não deixem de SEGUIR nossa Taverna.

Até o próximo Show !!


Carry On.

terça-feira, fevereiro 21

Dois Anos de Bebedeiras !!

6/ Aplausos


"Bem-vindos meninos e meninas, homens e mulheres, emos e emas, orcs e seu fedor maldito."

É isso ae meu povo, a DOIS anos atrás essa foi a primeira frase dessa Taverna. E aqui estamos, firmes e fortes.

Mais uma vez quero agradecer a todos que visitam e comentam sempre que podem. Fico feliz de ter leitores que estão conosco desde o inicio, que bem ou mal aturaram minhas fases boas e ruins, que sempre dão uma palavra de apoio em horas difíceis (Como quando fiquei um tempo afastado da Taverna) e principalmente por serem no fundo, amigos de todos que escrevem aqui.

Espero que no próximo ano eu escreva mais uma vez nessa data e espero que todos que sempre nos acompanharam possam estar conosco. Obrigado a todos, vocês que fazem essa Taverna.

Mesmo que me deixem nesse estado as vezes...

(Eu sou o da Direita)

Mais uma vez obrigado. E vocês podem ver nossa primeira postagem AQUI !!


Carry On.

segunda-feira, fevereiro 20

Flight - Série Flash

2/ Aplausos

Ola amantes do rock, nerds de plantão e visitantes da taverna, aqui é Yamato mais uma vez com a série Flash.

Hoje teremos um jogo que você lembrará um pouco da sua infância talvez, em que se destraia apenas com um pedaço de papel que flutuava no ar ... sim ... aqueles aviõezinhos que fazemos com papel .. jornal (que não era muito bom) e qualquer outra coisa que dobrasse e fosse papel (eu brincava por horas com um desses XD). Então, mostro a vocês o jogo Flight ou Vôo.



O jogo consiste em uma carta escrita por uma garotinha que está triste por não ter sua mãe em pleno natal, então ela decide escrever uma carta ao papai noel pedindo para que pudesse ver a sua mãe, só que a carta cai na mão de outra pessoa que interpreta de uma maneira diferente, ai, começa a viagem do aviãozinho de papel pelo mundo, e ele percorre varios locais do planeta XD.

O jogo ter permite fazer uns ups no avião, nada mais que justo, pq o avião de inicio é uma merda, ai, conforme o passar do jogo, o aviãozinho fica melhor de se jogar.

Então amigos, preparem a mão e entre nessa viajem pelo mundo com uma gaivota XD. Até a próxima \o.

Link do jogo: Aqui

quinta-feira, fevereiro 16

Notas Soltas - Faixa 2

2/ Aplausos

Muito obrigado pela paciência, mas aqui está a faixa dois desse álbum. Essa guitarra aí da foto é bem famosa, apesar da perspectiva estilosa acho que ainda dá pra reconhecer. Outra curiosidade é que a música tema desse capítulo (que originalmente não era essa...) na verdade não é do Cake, é um cover. A banda original é o Bread  lá dos anos 70. Até a próxima daqui a duas semanas e espero que gostem. Lembrando que esse conto também está sendo publicado no parceiro Since às quartas.

Sempre lembrando de agradecer ao Bardo pelas suas contribuições! ^.^



Faixa 2 - Raphael (Guitar Man - Cake)

Ele acordou um pouco tonto e com dores em vários lugares do corpo. Não sabia muito bem a que golpe cada dor correspondia, mas isso não fazia elas doerem menos. Tinha certeza de que aquela na costela era o lugar em que a guitarra o atingira antes dele ser expulso do palco. Achava que a bota do segurança era total responsável pela dor em seu abdomen, mas quanto a essa não podia dar certeza total, afinal tinha uma vaga lembrança de ter batido em alguém quando caiu, ou alguém bateu nele, isso também era incerto.

Na sua opinião aquela atitude havia sido totalmente exagerada. Como pôde ser expulso do The Road somente por ter invadido o palco? Afinal ele só queria conseguir um bom baixista e ele sabia que Eduardo seria o melhor que encontraria. Estava justificado não?

Deixou as dores de lado e saiu de casa. Não sabia se isso era seguro no estado em que estava, mas precisava procurar pelo tal do Ian. Ele tinha dito que o ajudaria. Primeiro veio com aquela desculpa estranha sobre não querer ter uma banda. Como assim? Todo mundo que toca gostaria de ter uma banda um dia. Nem imaginava o que o tinha feito mudar de opinião, mas estava grato que as coisas estavam começando a acontecer.

Os últimos tempos não vinham sendo fáceis para ele. Desde que decidira levar a ideia da banda à sério não havia feito nenhum progresso. Todos recusavam, ninguém tinha dado a mínima oportunidade a ele. Nenhuma das pessoas com quem falou tinha ao menos dado a ele a oportunidade de cantar. Talvez esse Ian tenha sido o primeiro a levá-lo a sério. Não eram grandes amigos, mas não podia dizer que eram completos estranhos. Mesmo assim ainda ficava curioso com a súbita mudança de opinião dele.

Sabia bem o primeiro lugar que procuraria. O parque. Ian tinha ido para lá todos os dias desde que o verão começara. Não tinha certeza, mas diziam por aí que ele havia feito isso em todos os verões anteriores, desde que aprendera a tocar. Talvez isso mostrasse que ele não era talentoso, mas sim esforçado. Talvez isso não fizesse diferença nenhuma no fim das contas.

Quando chegou teve uma surpresa. O parque estava silencioso e vazio. Ian não estava lá. Podia estar atrasado, ou quem sabe só evitando Raphael mesmo. Isso não era possível. Ele tinha dito que o ajudaria. Não sabia o que podia estar acontecendo, então esperou ali perto de onde o encontrara no dia anterior. Estava ficando preocupado quando o viu se aproximar com um picolé na mão.

- Se agente tivesse marcado um horário você estaria atrasado.

- Como assim? Eu cheguei antes de você.

- Eu cheguei já faz um tempo. Como teria de parar de tocar quando você chegasse resolvi nem começar e como não tinha mais nada para fazer fui comprar alguma coisa gelada.

“Ele praticamente respira música.” Raphael não sabia como alguém podia ser assim. Se não estava tocando então não estava fazendo nada. Tocar era tudo o que Ian fazia... o tempo todo. Era desse tipo de vontade que precisava.

- Vem comigo. Eu vou te ensinar a tocar.

- Eu não preciso tocar. Eu vou ser o vocalista, você que vai ser a guitarra da banda.

Ian o encarou.

- Todo mundo que pretende ter uma banda precisa entender alguma coisa de música e você, até onde sei, não entende coisa alguma. Outra coisa, não falei que vou me juntar à sua banda. Falei que vou te ajudar. Então... quer ser ajudado?

Não esperava por aquela. Entendera que já tinha encontrado um guitarrista quando Ian falou com ele na porta do The Road, mas parecia que se enganara. Bom, se ele pretendia ensiná-lo algo que o ajudaria a montar a banda, então estaria mais do que disposto a aprender.

- Claro. Vamos logo.

A casa era normal para a classe média. Tinha um quintal de tamanho razoável, dois andares e uma garagem. A família provavelmente tinha um único carro que não estava lá, pois a garagem estava vazia quando entraram nela. Começou a entender quando viu caixas de ovo em todas as paredes.

- Isolamento acústico?

- Eu costumava tocar muito mais guitarra do que violão antigamente e isso incomodava um pouco os vizinhos. Eu e meu pai colocamos essas coisas para abafar o som. Funcionou, não é um isolamento perfeito, mas foi o suficiente.

- Por que hoje em dia você toca mais violão?

- Não sei. Eu ainda toco a guitarra, mas tenho preferido ouvir o som do violão a maior parte do tempo.

Passaram o tempo inteiro praticando. Raphael nem mesmo chegou a ver o resto da casa. Ian passou algumas escalas para ele treinar. Tinham algum nome, mas ele não lembrava nenhum deles. Claro que isso foi depois de falar sobre a posição dos dedos, alguma teoria e muitas correções. Muitas mesmo, mais do que foi capaz de contar. Ian era um professor muito criterioso.

O treinamento foi todo feito em uma guitarra antiga que Ian guardava em casa. Ele falou que seria melhor treinar com a guitarra ao invés do violão, já que o objetivo era criar uma banda de rock. O amplificador esteve desligado uma boa parte do tempo. Até que começaram as escalas e Ian resolveu ligá-lo.

- Acho que se você ouvir como você é ruim agora isso vai te motivar a treinar mais. Para poder aprender mais rápido.

Raphael apenas sorriu sem muita alegria e concordou.

Ensinar parecia diverti-lo. Não sabia o porquê, mas tinha um palpite. Qualquer coisa relacionada à música divertia Ian. Mesmo que nada mais o fizesse.

Quando perceberam o dia já havia passado e era a hora de ir. Ian falou para ele treinar a posição dos dedos sem a guitarra. Não era o ideal, mas iria ajudá-lo.

- Você tem que conseguir a sua guitarra rápido. Praticar em casa sozinho vai te ajudar bastante.

- Você podia me emprestar a sua guitarra para eu poder praticar.

- Verdade. Se você demorar a conseguir uma eu posso te emprestar. Por enquanto sua “air guitar” vai servir.

Foi caminhando para casa, estava começando a entender o que ele queria dizer com aquilo tudo. Realmente seria mais competente como músico se entendesse algo da teoria e se fosse capaz de tocar algum instrumento. Havia agido de maneira infantil e só agora percebia isso.

Não havia nem chegado na esquina ainda quando ouviu um som de bateria. Gostava do que ouvia. Não havia falado com nenhum baterista até aquele momento, mas agora começava a ter ideias. Falaria com Ian em breve. Se esse cara morava na sua rua não tinha como eles não se conhecerem.

quarta-feira, fevereiro 15

Rock De Quarta : Carcass !!

2/ Aplausos

Bem-vindos de volta irmãos METAL \,,/

Aqui quem vós fala é O Bardo. E continuamos nossa série de pergaminhos programados nessa semana pré-carnaHELL !! E por isso mesmo é hora de começar a "brutalizar" as coisas por aqui.

Por isso hoje temos...

Carcass !!


"Que porra é essa Bardo ? Modelinhos da Capricho ?"

O que você faz na minha Taverna ? ¬¬

Carcass é uma banda de Death Metal formada no Reino Unido no ano de 1985 pelos músicos Sanjiv (Vocal), Bill Steer (Guitarra), Jeff Walker (Baixo) e Ken Owen (Bateria).

Na verdade a banda não começou com o rótulo de Death Metal, mas sim como uma das responsáveis pela invenção do que chamam de Grindcore Splatter (Ou Goregrind).

Apenas um ano depois do inicio da banda o vocalista Sanjiv deixa o grupo e nunca mais deu notícias. O por que até hoje é um mistério. O único material onde ele participa é a primeira demo do grupo, Flesh Ripping Sonic Torment. Ao passo disto, o guitarrista Bill Steer foi para o Napalm Death, outra banda de Grindcore. Mas Steer não abandonou o Carcass, ele considera o Napalm Death era seu trabalho paralelo. Esses acontecimentos resultaram em um período de inoperância na banda. O período foi curto, e para provar que o Carcass estava novamente à ativa, em 1987, sem o vocalista Sanjiv, o conjunto começa a trabalhar como um trio. Os vocais mais urrados e guturais ficavam por conta de Bill Steer, e o baixista Jeff Walker cuidava dos vocais "gritados".


Em 1988, o Carcass lança seu primeiro álbum intitulado Reek of Putrefaction (de 1988). A capa, que dispensa comentários, trazia fotos de pessoas mortas, corpos em decomposição, mutilados e despedaçados. Este disco se tornaria um clássico do grindcore, por sua inovação. No entanto, a qualidade da gravação deste disco deixa bastante a desejar, vindo a melhorar no segundo disco.


Na lacuna de tempo entre o lançamento Reek e o segundo álbum, Ken Owen adquiriu um bumbo duplo para o seu kit de bateria, permitindo então o uso de pedal duplo para a composição das novas músicas. Jeff Walker afirma que esta foi uma das principais razões para que Bill Steer levasse a banda mais a sério e deixasse o Napalm Death, para se dedicar integralmente ao Carcass.


Symphonies of Sickness ( de 1989), o segundo álbum, teve uma produção melhor, com a ajuda de Colin Richardson. Este álbum apresenta uma estrutura mais similar ao Death Metal, com passagens de riffs mais complexos, lentos e solos de guitarra. Na segunda metade da turnê do Symphonies um segundo guitarrista já se apresentava na banda, Michael Amott, que viria a integrar permanentemente o grupo. Seu trabalho já é notado no segundo Peel Sessions e no terceiro álbum, Necroticism - Descanting the Insalubrious (de 1991) já havia sua contribuição em criações.


Já o quarto álbum, Heartwork (de 1993), foi um divisor de águas e costuma figurar nas listas de melhores discos de Death Metal de sempre, e ao contrário do que algumas pessoas possam pensar não é do estilo Death Metal Melódico. Com o aceitação quase que imediata do novo estilo o Carcass antinge um patamar nunca imaginado e passa a ser uma das maiores bandas da cena do metal extremo mundial. Infelizmente o álbum seguinte,  Swansong (de 1996), não deve a mesma recepção que Heartwork o que fez a banda entrar em hiato até 2006.


Em 2006 Jeff Walker concedeu entrevistas admitindo a possibilidade de uma reinião do Carcass até 2007. Segundo ele, Michael Amott quer muito a volta da banda. Tudo dependeria de uma posição de Bill Steer, uma vez que Ken Owen não participará mas não se opôs à idéia de ser substituído por outro baterista. Em setembro de 2007 Michael Amott disse a uma revista sueca que ele, Bill Steer e Jeff Walker se reuniram para ensaiar músicas antigas da banda, contando com o baterista do Arch Enemy Daniel Erlandsson no lugar de Ken Owen. O objetivo era tocar em festivais de verão europeus de 2007 mas isso não foi possível. No mês seguinte a banda foi confirmada na edição de 2008 do festival alemão Wacken Open Air e segue em uma turnê mundial até o dado momento. (Sim, já passaram pelo Brasil)


Agora vamos as músicas... (Só da fase Death Metal, ok ?)


Com vocês...


Carcass - Heartwork !!



O maior clássico da banda. Peso e técnica na medidas certas. Um verdadeiro clássico.


Carcass - Death Certificate !!



Mais uma pedrada cheia de linhas melódicas. Sem comentários.




E aqui termino mais um Rock de Quarta. Espero que tenham gostado e que COMENTEM. E não deixem de SEGUIR nossa Taverna e indicar aos seus conhecidos.


Até o próximo Show !!




Carry On.

segunda-feira, fevereiro 13

Adventure Story & Five - Série Flash

4/ Aplausos

Ola amantes do rock, nerds de plantão e visitantes da taverna, aqui é Yamato com mais um jogo da série Flash.

Hoje ache um jogo no qual o char principal me lembrou o bardo (loiro e branquelo XD) ... é um joguinho de RPG simples, mas que lembra um pouco de Super mário por causa das moedas flutuantes, e de ragnarok por causa dos bichinhos da primeira fase que parecem Porings, Poporings e Drops :). Hoje falarei dele ... Adventure Story.




O jogo é um rpg onde você batalha com monstros, upa de level, usa as moedas no shop para comprar magias e outros itens e só ... o jogo não tem muita história e talz, ótimo para destrair uma criança que não tem o que fazer no serviço (filho do chefe ¬.¬). Mas ... "porra Yamato ... tá de sacanage, só isso?", calma calma ... vou postar 2 jogos hoje ... por ser meu aniversário \o\, sim, em plena segunda-feira é meu aniversário, fuck yeah, então, agora temos um jogo mais interessante, Five, sim, 5.

Link do jogo: Aqui (Adventure Story)

O jogo five tem um visual meio retrô e um nome meio "?" até que você termina de jogar. O que me chamou a atenção, mas mesmo assim ainda é interessante o jogo, ele te propõe desvendar o mistério em 5 minutos e nada mais. logo no começo do jogo você tem apenas duas opções, new game ou mais jogos que leva ao site da armor games ... nooooossa.
Continuando, no começo do jogo mostra a história de alguem andando pela praça e panz e derrepente vem o bandido com uma arma e te assalta, você foge a aparentemente toma um tiro ... "mas já no começo do jogo tomo um tiro?" Sim e sem vaselina para aliviar a dor XD ... e após a histórinha é que vem o desafio, você tem que utilizar dos pedaços do mapa e achar todas as chaves em 5 minutos, senão você morre de vez (jogo estilo click - o filme)






Eu consegui passar faltando 30 segundos ... mas queimei a mufa na hora de montar os mapas, que não é tão simples quanto parece (ao menos para mim) ... então, prepare sua espada e cérebro .. até a próxima ;)

Link do jogo: Aqui (Five)

quarta-feira, fevereiro 8

Rock De Quarta : Focus !!

4/ Aplausos

Bem-vindo de volta irmãos METAL \,,/

Aqui quem vós fala é O Bardo. E o Rock de Quarta de hoje não é programado. Falha minha, calculei errado e só agora percebi que o mês tem 5 Quartas. Mas isso não importa.

Hoje temos...

Focus !!

"Que porra é essa Bardo ? Mendigos ?"

CALA A BOCA !!

Bom... como esse pergaminho é ao feito as pressas serei preguiçoso o bastante pra colocar apenas o link da nossa querida Wikipédia. Afinal, amanhã vou para as Cataratas do Iguaçu DE BOTE !! UHUL \O/

Espero sair vivo =D

Se quiser saber a história da banda clique AQUI !!

Então vamos as músicas. Com vocês...

Focus - Hocus Pocus !!

Pois é... a música não tem letra, só fonemas doidos. Mas não deixa de ser um clássico da grande viagem progressiva.

Focus - Sylvia !!

Pois é... essa também não tem letra. Pra falar a verdade não gosto muito das músicas com letra da banda. Mas não deixam de ser ótimas. OBS : Para o pessoal bangueando.


E aqui termino mais um Rock de Quarta feito as pressas. Espero que tenham gostado e que COMENTEM. E não deixem de SEGUIR a Taverna.

Até o próximo show !!


Carry On.

segunda-feira, fevereiro 6

Robot Unicorn Attack - Série Flash

5/ Aplausos

Ola amantes do rock, visitantes da taverna e nerds de plantão, aqui é Yamato com mais um jogo da série Flash.

Hoje mostrarei um jogo que fez parte do meu ensino médio com o Bardo e o Mago ... ahhh ... bons tempos aqueles que eu era pobre e não tinha que me importar com muita coisa ... mas .. voltando ao jogo ... ele é desafiador, testará ao máximo seus reflexos, e é ótimo para perder um bom tempo com os amigos e zuando da cara de quem perdeu, falo dele, Robot Unicorn Attack, ou Ataque do unicórnio robo !! =D


O jogo consiste em basicamente não "tropeçar" ou bater em qualquer objeto que esteja a sua frente, facil até ai não? Pois é, mas como tudo que parece facil e não é, o Unicórnio começa com uma velocidade muito baixa, que se fosse o jogo todo daquele jeito seria uma maravilha, mas, pena que a velocidade aumenta, e muito XD

O jogo possui versões para navegadores, iPads e acho que android(não tenho certeza). O jogo não possui upgrades, ou versões mas novas, possui "skins" diferentes... "Mas como assim Yamato skins diferente?", é, isso mesmo, o jogo possui sua versão original "para garotas", possui a versão heavy metal com pentagramas e bichos "endemoniados" e tem o de natal que nunca joguei u.u .

Então, agora chame seu amigo, prepare seus reflexos nos dedos e mãos e que solte o unicórino \o

Update 1 -> eu já sabia, mas não falei, tem o app para facebook também, ou seja, você pode jogar e competir com um amiguinho :)

Link do jogo: Normal | Heavy Metal | Natal

quinta-feira, fevereiro 2

Notas Soltas - Faixa 1

3/ Aplausos


Muito bem caros leitores do Bardo Bêbado estou aqui para postar uma coisa que eu e o bardo estamos trabalhando a muito tempo: um conto sobre música. Vou postar a cada 15 dias na quinta-feira. Espero que gostem. A ideia é colocar uma música por capítulo, não sei se vamos conseguir, mas tentaremos. Fiquem aí com o conto...

obs.: esse conto também será publicado no blog parceiro Since4a



Ian estava tocando seu violão. Era uma melodia calma e despretenciosa. Não era uma música específica, apenas algumas notas que soavam bem juntas.

Ele gostava de tocar antes do café. Na verdade gostava de tocar em todos os momentos do dia, mas assim que acordava era um momento especial. Ficava afastado do instrumento por umas dez horas em quanto dormia, acordar para ele era o reencontro.

- Ian!

A mãe devia ter ouvido ele tocando e o estava chamando para quebrar o jejum. Ela gostava de ver o filho tocar, mas ele praticamente não fazia outra coisa e por vezes a mãe o interrompia para fazer algo que julgava mais importante no momento, tipo se alimentar. Para Ian nada trazia mais satisfação do que praticar com o violão.

Os dois moravam sozinhos na casa. O pai de Ian viajava muito por causa do trabalho e eles pouco se viam. Os pais se davam bastante bem, mas a mãe dizia que a proximidade estragava a relação dos dois. Já estavam legalmente separados havia muito tempo, mas sempre que ele tirava umas férias ia procurá-los. Não só o filho, mas também sua ex-mulher. Ian sabia que os dois se amavam, mas entendia que não dariam certo juntos. O pai gostava da sua liberdade.

Largou o instrumento e começou a descer. Continuaria tocando por mais tempo só que já estava ficando tarde, ao menos é o que a mãe dele diria. Conversou com ela por algum tempo sobre coisas do dia-a-dia. Ela perguntou se iria sair e ele respondeu que sim. Ficaria fora durante o dia e comeria alguma coisa na rua.

Na verdade iria tocar na rua. O verão estava sendo quente e tocar em casa durante o dia seria no mínimo desconfortável, por isso estava tocando no parque o dia inteiro, todos os dias.

Ian não se lembrava quando foi a primeira vez que alguém deixou uma gorjeta, mas o fato é que desde então se preparou melhor, já deixando o local para depositarem as contribuições à mostra, mas não se importou muito com o repertório, tocaria o que queria quer as pessoas gostassem quer não. A verdade é que era bom ganhar alguma grana enquanto praticava, mas não pensava nisso muito seriamente.

Sempre cantava enquanto praticava, apesar de tocar melhor do que cantar. Achava que sua voz não havia sido feita para isso. Por mais que praticasse não se sentia satisfeito com ela. Sabia que muito provavelmente não conseguiria ser excelente nas duas coisas, mas ninguém o impediria de tentar.

A vida era boa. Não sabia o que queria dela, mas ainda assim era boa. Ian sabia que isso era perigoso, mas não se importava muito. Queria tocar e isso era tudo que sabia. Tudo o que importava.

Percebeu que Raphael estava se aproximando. Isso não era algo muito bom. O garoto estava tentando reunir pessoas para uma banda já a algumas semanas. Ele não sabia tocar nada, mas queria ser vocalista e achava que não precisava aprender nenhum instrumento para isso. Um engano comum que muita gente comete quando está começando.

Ian não sabia como havia conseguido se esquivar por tanto tempo, mas estava parecendo que chegara a sua vez. Ele se dava bem com Raphael, mas não pretendia aceitar o convite. Só gostava de tocar, não estava pensando em ter uma banda. Não via motivos para isso. Nem queria ser famoso nem nada.

Provavelmente daria a desculpa padrão que a maioria usava. “Me desculpe, mas eu acho que você deveria aprender a tocar alguma coisa, mesmo que vá ser só o vocalista.” Não era somente por isso que as pessoas recusavam, mas esse era um dos motivos. Talvez o menos indelicado de ser dito para o rapaz. Provavelmente era isso que falaria.

Só que na hora não conseguiu falar nada além da verdade.

- Eu não quero ter uma banda. Eu só gosto de tocar só isso.

Ele parecia não estar muito convencido, mas era a verdade. Muitas vezes a verdade é mais difícil de ser levada a sério do que uma meia mentira. Poderia ter mentido, mas viu vontade nos olhos de Raphael, como raramente via nas pessoas. Sempre acreditou que não se devia mentir para olhos assim e realmente não foi capaz de fazê-lo.

A banda provavelmente daria certo se ele encontrasse boas pessoas para ela, mas a vontade por si só não moveria montanhas, apenas a dedicação incansável é capaz de fazê-lo. Não bastava escolher bons músicos, ele precisava ser bom também. Quanto a isso Ian ainda nutria algumas dúvidas.

Quando parou de tocar percebeu que pulara o almoço. Não se importava, estava sem fome. Iria direto para o jantar. Pular uma refeição não era saudável, mas como ele nem percebeu achou que não haveria muitos problemas.

Depois de sua segunda, e provável última refeição do dia, foi assistir um show de uma banda que estava se destacando pela região. Não eram famosos de verdade, mas dizia-se que tinham algum potencial. Ian gostava disso e sempre que possível ia ouvir algumas bandas promissoras. A maioria se separava em pouco tempo sem muito sucesso, mas o garoto achava que ainda veria alguma delas despontar. O importante era não desanimar, já tinha visto isso acontecer algumas vezes. A banda acabava porque não havia mais a mesma vontade do início.

O nome da banda que subiu ao palco aquela noite foi apagado da mente de Ian com uma facilidade incrível. Isso não é muito bom para um nome de banda. O nome tem que ter impacto, tem que marcar, tem de ser forte, pois se o nome for esquecido a banda também o será. Ele sabia que não teria dificuldade em esquecer aquela banda da mesma maneira que já nem lembrava o seu nome.

A guitarra errava algumas notas, o vocalista atravessava em alguns pontos e Ian tinha dúvidas se o batera conseguiria passar pelo metrônomo. O que carregava a banda era o baixo. Era realmente bom, aquele baixista teria uma vaga garantida em qualquer banda. Começou a se imaginar tocando na mesma banda que ele.

O baixista era negro, com um cabelo trançado até a cintura, no melhor estilo rastafari. Estava sem camisa e balançava os cabelos para todo o lado no ritmo da música. Era forte, certamente mais do que Ian. Pelo que sabia seu nome era Eduardo, já o tinha visto uma ou duas vezes por ali, mas nunca havia falado com ele.

Terminaram uma música e começaram logo outra. Era um cover do Red Hot. Não o surpreendia, já que o único que salvava a banda era o baixista, que tocassem algo em que o baixo se destacava. Realmente ele não era o Flea, mas poderia ser um dia, ou até melhor.

Ian já estava saindo ao final da música quando um maluco invadiu o pequeno palco. Ele se virou quando percebeu que algo estava errado e reconheceu Raphael assim que o viu. “O que esse maluco está fazendo?” Não foi possível ouvir muita coisa, apenas alguns trechos em que ele falou mais próximo ao microfone.

- Você está perdendo tempo com... fazer uma banda... esquece isso...

Logo ele foi retirado do palco e mesmo enquanto era arrastado para fora ele ainda gritava algo como:

- Vem pra minha banda cara! Vai ser muito melhor do que esse monte de lixos!

Realmente ele tinha um bom ouvido. Podia não ter muita noção de música, ou da vida, mas tinha um bom ouvido. Tinha vontade e muita coragem também. Se ele tivesse um pouco de ajuda talvez conseguisse. Ian ainda tinha algumas dúvidas, mas mesmo assim saiu da casa de shows para encontrar Raphael se levantando após ter sido posto para fora. Ele estava um pouco machucado, mas sobreviveria.

Deu um breve sorriso, estendeu a mão e falou:

- Cara... você precisa de ajuda...

Não sabia se um dia se arrependeria, mas naquela hora isso pareceu certo.

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